Ahh a fall season! (parte 2)

Pode parecer exagero, mas desde que eu comecei a assistir One Tree Hill, os meus dias se tornaram mais felizes. Eu sinto que aqueles caras ali na TV são amigos, que crescerem e amadureceram diante dos meus olhos. Eu gostei tanto do final do quarto ano que eu cheguei a cogitar a hipótese de não assistir a quinta temporada, achei que ela seria desnecessária… Ainda bem que eu mudei de idéia, já que o quinto ano foi espetacular. Os 18 episódios mostraram que aquele papo de “viveram felizes para sempre” é lorota, e que a gente tropeça muito pra tentar ser feliz a cada dia. No fim, um cliffhanger que deixo bastante gente roendo as unhas: para quem Lucas havia ligado?

Assistindo a estréia da sexta temporada, levei um susto logo no início, ao ver Lucas casado com a Brooke… Torci para que aquilo fosse um sonho… E ainda bem que era! Eu torci, vibrei, quase pulei, durante todo o episodio, que mostrou os acontecimentos após a fatídica noite da season finale passada quando Haley e Nathan reencontraram os rumos de suas vidas na música e no basquete respectivamente, Dan foi atropelado e Lucas fez a tão falada ligação…

Devido ao grande número de acontecimentos na season finale, tivemos meio que um excesso de informações nessa season premiere. Nathan realmente está se reencontrando no basquete, mas eu corpo sofre demais e ele está quase se viciando em analgésicos (indo para o mesmo caminho de sua mãe), e, além disso, uma nova lesão nas costas deve deixá-lo paraplégico permanentemente.

Dan foi atropelado pela nanny Carrie que está mais doida do que nunca. Ver que mesmo ferrado, o cara continua com aquele ar debochado, como quem tem nada a perder, ao mesmo tempo que quer estar no topo do mundo, só faz com que ele continue sendo um dos meus vilões favoritos da televisão.

Skills (que na temporada passada ganhou o destaque que merecia) está cada dia mais envolvido com Deb… Deve ser esquisito namorar com a mãe do amigo, mas enfim… Já dá para saber que essa historia vai gerar brigas, choros, pedidos de desculpas intermináveis, mas que no fim das contas tudo vai se acertar, pois é assim que tudo termina na TV… E na vida real também, pelo menos quando as amizades são verdadeiras. Ah, e ver o Jamie chamando o Skills de “vovô” não têm preço.

E a tão esperada ligação. Pois é, Schwahn atendeu ao pedido da maioria e colocou Peyton no telefone (sim, eu fazia parte da maioria). Agora que os dois estão finalmente juntos – e noivos – parece que os dramas intermináveis do Scott mais chato vão ter fim… Ah, não vão não… Afinal como eu disse, os dramas do Lucas não terminam…

E por fim, B. Davis, a personagem mais forte da série… Brooke sempre foi a mais decidida de todos, e surpreendeu quando na temporada passada, havia se tornado uma empresária de sucesso… A mãe sanguessuga acabou aparecendo pouco, mas voltou para infernizá-la. Brooke, a mais forte de todas pode ter sido destruída no momento em que invadiram sua loja, e a espancaram… Tomara que Deb consiga cuidar de B. Davis, já que a série não é a mesma sem ela.

No fim, parece que quando a CW chegou até o Mark Schwahn e disse “oh, esse é o teu último ano”, ele levou o recado bem a sério. No fim do segundo episódio, Quentin, o pupilo de Nathan que a cada dia ganhava mais importância na trama, é morto em uma cena chocante (que nada deve para o momento em que Dan matou Keith no episódio mais clássico da série, na terceira temporada). Schwahn não é um homem de atos. Ele é um homem de conseqüências. E eu quero ver como Q afetou a vida de cada um dos habitantes de Tree Hill (principalmente do Jamie).

Essa temporada promete!

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